Mulheres e direito à cidade

R$42,00

UM ESTUDO DE POLÍTICAS PÚBLICAS EM SÃO JOÃO DEL REI, BELO HORIZONTE E BARCELONA 

Nenhum urbanismo sem feminismo! Este deveria ser nosso lema para as cidades do século XXI. A razão é simples. Cidades, planejadas, desenhadas e produzidas com viés modernista, capitalista e patriarcal, implicam uma infinidade de mazelas para a reprodução cotidiana da vida. E a imensa maioria dessas mazelas pesa sobre pessoas que assumem os papéis convencionalmente atribuídos às mulheres. São elas que, com dispêndio adicional de energia e tempo, compensam a falta de acesso a equipamentos e serviços.

 Assim começa o texto da arquiteta e urbanista Silke Kapp, professora da Escola de Arquitetura da UFMG, na orelha do livro Mulheres e direito à cidade, de Daniela Abritta Cota.

O livro é fruto da pesquisa desenvolvida por Daniela durante o estágio pós-doutoral na Escola de Arquitetura da UFMG.  O trabalho discute o direito à cidade a partir da informação da perspectiva de gênero, tendo por recorte um conjunto de ações de planejamento territorial e produção de habitação social, em áreas periféricas ocupadas por populações de baixa renda.

Para descobrir como a questão de gênero foi incorporada por esses instrumentos e quais têm sido seus efeitos concretos, ela realizou quatro estudos de caso: no Brasil, um foi o Conjunto Jardim Vitória, em Belo Horizonte, MG.  O outro foi o Conjunto Risoleta Neves I, na cidade mineira de São João Del Rei, considerada uma cidade intermediária.

Na Catalunha, Daniela estudou as intervenções da Ley de Barrios nos bairros Les Roquetes e Torre Baró. Trata-se de dois bairros autoconstruídos, originados de populações migrante de outras regiões da Espanha, que se instalaram nessas áreas periféricas de Barcelona a partir dos anos de 1950. São bairros de relevo muito íngreme, topograficamente parecidos com muitas áreas de ocupação informal no Brasil.

Com olhos atentos, levantamentos cuidadosos, conversas e mergulhos em legislações e planos, análises críticas de problemas e potencialidades, a autora decifra casos concretos em situações sociais e espaciais muito diversas, em Minas Gerais e na Catalunha.

Como afirma a doutora arquiteta Zaida Muxí Martínez na apresentação, “o direito à cidade para as mulheres é multiescalar, inclusivo e cotidiano e, no livro, Daniela Abritta Cota nos brinda com uma análise precisa dos casos, mostrando como os projetos se aproximam ou não desse objetivo de justiça (socioespacial)”.

Autora: Daniela Abritta Cota
ISBN:  978-65-89794-07-3  ISBN de e-pub:  978-65-89794-09-7
(disponível em todas as plataformas digitais a partir de 10/10/21)
Formato: 14 x 21 cm
Páginas: 212
Preço: R$ 42,00

 

Descrição

Este livro é fruto da pesquisa desenvolvida por Daniela durante o estágio pós-doutoral na Escola de Arquitetura da UFMG.  O trabalho discute o direito à cidade a partir da informação da perspectiva de gênero, tendo por recorte um conjunto de ações de planejamento territorial e produção de habitação social, em áreas periféricas ocupadas por populações de baixa renda.

Daniela fez quatro estudos de caso: Na Espanha, dois bairros em Barcelona – Les Roquetes e Torre Baró – que passaram por intervenções da Lei 2/2004 de melhoria dos bairros. No Brasil, o Conjunto Jardim Vitória, em Belo Horizonte e o Conjunto Risoleta Neves I, na cidade mineira de São João Del Rei, ambosdo Projeto Minha Casa Minha Vida.

O livro tem fotos dos locais, descrevendo as mudanças, e gráficos de pesquisas feitas. A publicação impressa pode ser encontrada também nas livrarias da Travessa e na Amazon e a versão e-book está disponível para venda em todas as plataformas digitais a partir de 10 de outubro de 2021.

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